Sergipe Fashion Day: Estância brilha como nova passarela da moda sergipana
Entre luzes, tecidos e histórias, a Praça Barão do Rio Branco se transformou em uma passarela viva, onde a moda celebrou identidade, diversidade e o talento que nasce no interior sergipano
Estância respirou moda. No coração da cidade, a Praça Barão do Rio Branco virou cenário de um espetáculo onde a arte, o estilo e a identidade caminharam lado a lado. A II Edição do Sergipe Fashion Day confirmou o que já se desenhava desde sua estreia: o evento é hoje uma das principais vitrines da moda sergipana — e uma potente plataforma de revelação de talentos.

Sob a direção de Adonnys Diniz (AD Trendy Models) e curadoria de Ivo Adnil (SATED/SE), a passarela foi tomada por looks autorais que valorizaram o design regional, o artesanato, e o trabalho criativo de marcas locais e estilistas independentes. O público se encantou com um desfile que uniu técnica e emoção, tradição e modernidade, onde cada peça parecia contar a história de quem a criou. “Mais do que moda, o Sergipe Fashion Day é sobre pertencimento. É sobre dar visibilidade a jovens talentos, costureiras, produtores e modelos que fazem da moda uma ferramenta de transformação social”, afirmou Adonnys Diniz, idealizador do projeto.
O casting, diverso e cheio de atitude, mostrou que a beleza sergipana não cabe em padrões: corpos reais, olhares firmes e confiança no que se é. Estiveram em destaque nomes como João Araújo, Júlio Tok Pink (Eternos) e Marcelo Dmarka, além de marcas estancianas que reafirmam o vigor criativo da cidade, como Fagna Confecções, Mister John (Vitor) e Érica Noivas.

Mais que um desfile, o Sergipe Fashion Day se consolida como um movimento de valorização da economia criativa e da formação de novos profissionais. Desde sua primeira edição, o projeto já capacitou mais de 200 modelos, por meio de oficinas e concursos realizados em Estância, Itabaiana e Aracaju — um trabalho que tem feito a moda se espalhar para além das capitais.
Entre aplausos, flashes e emoção, Estância provou que tem estilo, talento e essência para ocupar o centro da cena.
Porque quando a moda nasce do chão, das mãos e da alma do seu povo, o desfile se torna muito mais do que beleza: é cultura viva.




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