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Estância,24/02/2026

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Estância vive novembro histórico e consolida liderança na geração de empregos no interior de Sergipe

Melhor mês da série iniciada em 2020, novembro tem saldo de 199 vagas formais e leva o estoque de empregos a nível recorde

CS
Estância vive novembro histórico e consolida liderança na geração de empregos no interior de Sergipe

Estância encerrou o mês de novembro com um desempenho histórico no mercado de trabalho formal e consolidou sua posição de destaque na economia sergipana. Dados do Novo Caged mostram que o município registrou saldo positivo de 199 empregos com carteira assinada, resultado que torna novembro o melhor mês de toda a série histórica iniciada em 2020 e, ao mesmo tempo, a segunda maior geração mensal de empregos já registrada na cidade.

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O impacto do resultado vai além do saldo mensal. Pela primeira vez, o estoque de empregos formais de Estância superou a marca de 11 mil vínculos, alcançando 11.084 trabalhadores com carteira assinada. O número representa um marco simbólico e econômico, indicando maior capacidade de absorção de mão de obra e sinalizando amadurecimento da estrutura produtiva local.


Embora Aracaju tenha liderado a geração de empregos em termos absolutos no estado, Estância ocupou o primeiro lugar entre os municípios do interior sergipano, posição que reforça o papel da cidade como polo regional de oportunidades e dinamismo econômico.


A base desse crescimento está fortemente ancorada na indústria, que permanece como o principal motor do mercado de trabalho estanciano. O setor concentra 4.458 empregos formais, cerca de 40% de todo o estoque do município. Em novembro, a indústria também liderou a criação de vagas, com 116 novos postos de trabalho, evidenciando sua relevância estratégica para a economia local.


O setor de serviços consolidou a segunda posição no ranking do emprego formal, com 2.966 postos, ultrapassando o comércio e refletindo a diversificação gradual da economia municipal. O comércio, por sua vez, manteve desempenho robusto, somando 2.849 empregos formais. Na geração de vagas do mês, o setor criou 98 novos postos de trabalho, movimento impulsionado, entre outros fatores, pela chegada do Atakarejo, que fortaleceu o varejo, estimulou a cadeia logística e ampliou a demanda por serviços associados.


No acumulado do ano, os números confirmam a consistência do crescimento. De janeiro a novembro de 2025, Estância registrou saldo positivo de 757 novos empregos formais, segundo o Caged. A remuneração média dos trabalhadores com carteira assinada no município é de R$ 2,6 mil, valor ligeiramente abaixo da média estadual, de R$ 2,9 mil, e também inferior à média nacional. A diferença evidencia um dos principais desafios do mercado de trabalho local: avançar não apenas na quantidade de vagas, mas também na qualidade e no nível de renda dos empregos gerados.


O cenário estadual reforça a leitura positiva. Em novembro, Sergipe criou 1.974 empregos formais, alcançando um estoque de 360.527 trabalhadores com carteira assinada e consolidando 2025 como o melhor ano da história do estado em geração de empregos. Aracaju liderou em números absolutos, com saldo positivo de 1.137 vagas, além de ultrapassar a marca de 200 mil vínculos formais ativos.


No plano nacional, os indicadores do mercado de trabalho também apontam fortalecimento. A taxa de desemprego caiu para 5,2% em novembro, o menor nível de toda a série histórica do IBGE. Atualmente, cerca de 5,6 milhões de pessoas estão sem trabalho no país, uma queda de 14,9% em relação ao mesmo período de 2024. O emprego formal segue em expansão, com o número de trabalhadores com carteira assinada se aproximando dos 40 milhões, novo recorde.


A população ocupada no Brasil foi estimada em 103 milhões de pessoas, outro recorde histórico. No trimestre encerrado em novembro, houve crescimento de 0,6% no total de ocupados. Na comparação anual, o avanço foi de 1,1%, o equivalente a mais 1,1 milhão de trabalhadores, indicando maior capacidade da economia em gerar postos de trabalho.


Dentro desse contexto, Estância se destaca como um caso relevante no interior nordestino. A combinação entre uma indústria forte, comércio em expansão, crescimento dos serviços e atração de novos investimentos vem reposicionando o município como um eixo regional de desenvolvimento. O desafio, daqui para frente, será transformar o bom desempenho na geração de empregos em ganhos mais amplos de renda, produtividade e qualidade de vida para a população.




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